A píton usada no filme foi trazida de Singapura.
A atriz principal, Heather Menzies, era conhecida antes deste filme por um papel totalmente oposto: foi uma das crianças da família Von Trapp (Louisa) no clássico musical A Noviça Rebelde (1965).
Nas cenas em que o veneno é extraído, o Dr. Stoner (Strother Martin) realiza o processo de forma real. O ator teve que aprender a técnica de "ordenhar" cobras para que seus movimentos parecessem autênticos diante das câmeras.
Embora pareça um filme pequeno, foi produzido por Richard D. Zanuck e David Brown, a mesma dupla dinâmica que apenas dois anos depois produziria o megahit Tubarão de Steven Spielberg.
O título original do filme tem exatamente sete letras "s". Os pôsteres promocionais brincavam com isso, alertando o público para não "sibilar" muito alto no cinema para não acordar as cobras.
O processo de transformação de humano em cobra foi criado por John Chambers, o lendário maquiador que ganhou um Oscar por O Planeta dos Macacos (1968). As próteses eram tão realistas para a época que foram indicadas ao prêmio Saturn.
Este foi o primeiro papel principal de Dirk Benedict, que anos mais tarde se tornaria um ícone da televisão interpretando Face em Esquadrão Classe A e Starbuck em Battlestar Galactica.
Cobras reais foram usadas em quase todas as cenas do filme. Na verdade, os atores Dirk Benedict e Heather Menzies tiveram que trabalhar com cobras e pítons vivas sob a supervisão de especialistas.